Cada dia é uma prova à nossa força
Cada dia é um desafio
O corromper de um sonho
Mas ainda tenho esperança
De um dia ser como sonho ser
Cada dia luto para me aproximar desse dia
Cada dia me apoio em ti para ganhar mais forças
Para que tenhas orgulho em mim...
Cada dia sinto que essa força me é tirada
Mas ainda assim tenho de continuar
Um dia ainda eide ser como sonho ser
Ou morrei a tentar sozinho...
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Abafado pelo Silêncio
Quando me apercebi era tarde
Abandonei o seu coração
Feri-o, sangrei-o até que sarou sem mim
Agora mesmo que me apaixonei por ela
Apaixonei-me pela mulher que amava
Senti o sorriso dela enfeitiçar-me novamente
Acordei do meu nevoeiro entorpecedor
Mas era tarde
Já ela tinha desaparecido pelo abismo do sofrimento
Como eu a tive e agora abraço o vazio
Choro sem esperança e de coração apertado
Por termos sido felizes e ela me amado
Tantas vezes foram as que implorei para a lua cheia
Desta vez sei que não me poderá ajudar
Ninguém como ela irei alguma vez amar
Tive o meu amor na altura que me foi dada
Vi-a afastar-se e não pude fazer nada
Agora que ela se foi embora
Como a luz neste inverno gelado
A minha capacidade de amar os outros e o mundo morreu
Sinto-me doente por dentro
Sinto a agonia no peito a apertar
A solidão acompanha-me agora com o frio da noite
E de olhar fixo na lua conto as lágrimas que caiem no chão
E secam como se nunca tivesse existido
Continuo a deambular pela noite com a esperança
Que um dia recorde que o nosso amor um dia existiu
E que eu na minha morte sentimental possa sentir o sabor dos beijos
Que me manteram vivo até então...
Os seus Beijos... tão ardentes...
Tão valiosos... Apaixonados...
Tanta paixão que fica agora presa em minha memória
Que quer sair mas é abafada pelo silêncio...
Abandonei o seu coração
Feri-o, sangrei-o até que sarou sem mim
Agora mesmo que me apaixonei por ela
Apaixonei-me pela mulher que amava
Senti o sorriso dela enfeitiçar-me novamente
Acordei do meu nevoeiro entorpecedor
Mas era tarde
Já ela tinha desaparecido pelo abismo do sofrimento
Como eu a tive e agora abraço o vazio
Choro sem esperança e de coração apertado
Por termos sido felizes e ela me amado
Tantas vezes foram as que implorei para a lua cheia
Desta vez sei que não me poderá ajudar
Ninguém como ela irei alguma vez amar
Tive o meu amor na altura que me foi dada
Vi-a afastar-se e não pude fazer nada
Agora que ela se foi embora
Como a luz neste inverno gelado
A minha capacidade de amar os outros e o mundo morreu
Sinto-me doente por dentro
Sinto a agonia no peito a apertar
A solidão acompanha-me agora com o frio da noite
E de olhar fixo na lua conto as lágrimas que caiem no chão
E secam como se nunca tivesse existido
Continuo a deambular pela noite com a esperança
Que um dia recorde que o nosso amor um dia existiu
E que eu na minha morte sentimental possa sentir o sabor dos beijos
Que me manteram vivo até então...
Os seus Beijos... tão ardentes...
Tão valiosos... Apaixonados...
Tanta paixão que fica agora presa em minha memória
Que quer sair mas é abafada pelo silêncio...
terça-feira, 14 de julho de 2009
Procura-se Alguém
A vida é feita de imperfeições
De detalhes e medos
Com o tempo se coleccionam os desgostos
As mágoas e as incertezas
Um fogo que destroí o imaginário
Procura-se alguém
Procura-se um estado de perfeição
Amor e harmonia
Mas é estar à procura de algo perfeito
Num ser imperfeito como nós
É nesse momento de descoberta
Que a verdade se abre impetuosa
Descontentamento, insultos
Por si não nos magoam
O nosso sonho é que foi ferido
Um sonho irreal
Uma mentira criada pela beleza virtual
Do nosso pensamento
Contudo a esperança
Esse impulso protector
Que nos afugenta da auto-destruição
Arrasta-nos mais uma vez
Para um choque contra a realidade.
De detalhes e medos
Com o tempo se coleccionam os desgostos
As mágoas e as incertezas
Um fogo que destroí o imaginário
Procura-se alguém
Procura-se um estado de perfeição
Amor e harmonia
Mas é estar à procura de algo perfeito
Num ser imperfeito como nós
É nesse momento de descoberta
Que a verdade se abre impetuosa
Descontentamento, insultos
Por si não nos magoam
O nosso sonho é que foi ferido
Um sonho irreal
Uma mentira criada pela beleza virtual
Do nosso pensamento
Contudo a esperança
Esse impulso protector
Que nos afugenta da auto-destruição
Arrasta-nos mais uma vez
Para um choque contra a realidade.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Cadáver Entumescido
Não digam nada no meu funeral pois quero ser eu a ter a última palavra a dizer.
Enchuto os vermes e os roedores.
Doente com este meu corpo apodrecido.
Corpo sem esperança
Cadáver entumescido
Vampirizo a vontade de viver dos outros
Sugador de almas
Destruidor de sonhos
Frio corto o calor dos vivos
Para prolongar só mais um pouco a minha condenação.
Sou um barco condenado à deriva. Sem rumo.
Sem leme. Levado pela corrente até à cascata do fim da minha jornada
A caminho do abismo sem fundo.
Compreendo perfeitamente o caminho.
Curiosamente desejo o desconhecido e a minha condenação.
Tenho conhecimento do meu afundar neste abismo.
Ainda assim não luto para o impedir.
Deixo-me apenas afundar lentamente.
Neste mar negro que nunca viu o Sol nascer.
Enchuto os vermes e os roedores.
Doente com este meu corpo apodrecido.
Corpo sem esperança
Cadáver entumescido
Vampirizo a vontade de viver dos outros
Sugador de almas
Destruidor de sonhos
Frio corto o calor dos vivos
Para prolongar só mais um pouco a minha condenação.
Sou um barco condenado à deriva. Sem rumo.
Sem leme. Levado pela corrente até à cascata do fim da minha jornada
A caminho do abismo sem fundo.
Compreendo perfeitamente o caminho.
Curiosamente desejo o desconhecido e a minha condenação.
Tenho conhecimento do meu afundar neste abismo.
Ainda assim não luto para o impedir.
Deixo-me apenas afundar lentamente.
Neste mar negro que nunca viu o Sol nascer.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Vampirizado
Tenho o coração vazio
Vampirizado até à última gota de sangue
Sugado até ao último vestígio de amor
Sou um morto-vivo esperando o descanso eterno
O doce soar da inexistência
Arrancaste-me a razão com as tuas garras de sedução e mistério
Promessas de amor eterno...
Só mentiras vomitadas!
Jurar eternamente
É mentir a nós próprios
Sobre o conhecimento que tão voláteis sentimentos
Se desvanecem como as folhas de outono
Caindo ao sabor do vento vítimas do destino
O amor não é eterno
Nasce e morre connosco
É enterrado com pedaços de carne em decomposição e escondido sobre a terra
As gravuras permanecem na sepultura perpetuando
Um sentimento que já não faz sentido...
Apenas um significado.
Vampirizado até à última gota de sangue
Sugado até ao último vestígio de amor
Sou um morto-vivo esperando o descanso eterno
O doce soar da inexistência
Arrancaste-me a razão com as tuas garras de sedução e mistério
Promessas de amor eterno...
Só mentiras vomitadas!
Jurar eternamente
É mentir a nós próprios
Sobre o conhecimento que tão voláteis sentimentos
Se desvanecem como as folhas de outono
Caindo ao sabor do vento vítimas do destino
O amor não é eterno
Nasce e morre connosco
É enterrado com pedaços de carne em decomposição e escondido sobre a terra
As gravuras permanecem na sepultura perpetuando
Um sentimento que já não faz sentido...
Apenas um significado.
sábado, 9 de maio de 2009
The Procession
I give you my heart
I give you my soul
The procession of death
Lost in the dark grave of sea
Taken by waves of sadness
I close myself inside this tomb
To be left behind
Lost forever.
I give you my soul
The procession of death
Lost in the dark grave of sea
Taken by waves of sadness
I close myself inside this tomb
To be left behind
Lost forever.
Unhas De Mentira
Esta vida não me pertence
A morte me espera
Eu chorei a deus
E chorei a ti
Rezei sobre campas desconhecidas
De nenhuma obtive respostas
Procurei-te sozinha na escuridão
Preso nesta minha solidão
Condenado a permanecer encurralado neste mundo
Olhei para a lua
Vi-te sobre prata, nua...
A tua mão na minha
Sem perdão
Sem esquecimento
Me cravaste em traição,
Unhas de mentira.
A morte me espera
Eu chorei a deus
E chorei a ti
Rezei sobre campas desconhecidas
De nenhuma obtive respostas
Procurei-te sozinha na escuridão
Preso nesta minha solidão
Condenado a permanecer encurralado neste mundo
Olhei para a lua
Vi-te sobre prata, nua...
A tua mão na minha
Sem perdão
Sem esquecimento
Me cravaste em traição,
Unhas de mentira.
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