Era eu a chama que presenciava toda aquela escuridão,
A tua escuridão...
Vivo ou morto deixava-te sofrer
Mesmo nas noites de brisa acordada
Pensando tu estar sozinha
Eu olhava por ti
Contemplando as sombras nocturnas
Cantava-te poemas de amor e saudade
Era eu que mantinha aquela rosa congelada para ti
Era eu que protegia as tuas lágrimas salgadas
Era eu a presença que invadia a tua solidão
Todas as noites...
Como uma doce brisa calada...
sábado, 25 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Cintilar das Estrelas
Olho o céu
Brilhando as nuvens
Sob a luz do sol que se põe
Choro com a beleza do universo
Os tons ondulados de azul
O cintilar das estrelas
Que formam as gálaxias vizinhas
Neste meu olhar terreno
Uma perspectiva limitada do infinito
Mas que ainda assim se demonstra imponente
Através deste tão pequeno ponto da existência universal
Como é belo o rasgar da noite
Permanecendo as órbitas em silêncio
E um ser tão pequeno como eu
Rejubilando de união com a sua presença.
Brilhando as nuvens
Sob a luz do sol que se põe
Choro com a beleza do universo
Os tons ondulados de azul
O cintilar das estrelas
Que formam as gálaxias vizinhas
Neste meu olhar terreno
Uma perspectiva limitada do infinito
Mas que ainda assim se demonstra imponente
Através deste tão pequeno ponto da existência universal
Como é belo o rasgar da noite
Permanecendo as órbitas em silêncio
E um ser tão pequeno como eu
Rejubilando de união com a sua presença.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Memórias Que Ressoam
Memórias que ressoam
E me deixam confuso
Olho em volta
Já não sei onde estou
O que sentias simplesmente abalou
A tristeza abate-se agora sobre mim
Esta paranóia que me pressegue...
Tempo devolve-me a minha flor!
De mãos atadas vi suas pétalas caírem
E depois secarem neste chão de areia
Onde tentei enterrar as mãos
Esconder-me deste sol incandescente
Que nos queima por fora e por dentro
Sufocado pelas dúvidas que se esbatem no céu
Provoca a precipitação tempestuosa
Das minhas nuvens de lágrimas
Os olhos fecham
A boca cala-se
Sem antes pronunciar
Aquela palavra em segredo
Que jamais ouvirei da tua doce voz.
E me deixam confuso
Olho em volta
Já não sei onde estou
O que sentias simplesmente abalou
A tristeza abate-se agora sobre mim
Esta paranóia que me pressegue...
Tempo devolve-me a minha flor!
De mãos atadas vi suas pétalas caírem
E depois secarem neste chão de areia
Onde tentei enterrar as mãos
Esconder-me deste sol incandescente
Que nos queima por fora e por dentro
Sufocado pelas dúvidas que se esbatem no céu
Provoca a precipitação tempestuosa
Das minhas nuvens de lágrimas
Os olhos fecham
A boca cala-se
Sem antes pronunciar
Aquela palavra em segredo
Que jamais ouvirei da tua doce voz.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Livre
Ser livre
É estar vazio
É sentir o momento.
A felicidade é o presente
Pensar na felicidade amanhã
É de certa forma um estado de infelicidade
Um estado de não realização.
Geralmente quem é extremamente sonhador é infeliz
Porque lhe falta algo mais precioso que o sonho
Viver o presente com aquilo que o mundo lhe oferece.
É estar vazio
É sentir o momento.
A felicidade é o presente
Pensar na felicidade amanhã
É de certa forma um estado de infelicidade
Um estado de não realização.
Geralmente quem é extremamente sonhador é infeliz
Porque lhe falta algo mais precioso que o sonho
Viver o presente com aquilo que o mundo lhe oferece.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Teu Brilho
És tu que me fazes sorrir quando estou sozinho a meditar sobre a vida e de súbito me lembro dos nossos momentos de paixão e felicidade...
O teu brilho, os teus olhos e esse sorriso tão verdadeiro, tão espontâneo e puro faz-me pensar se alguma vez tive também esse sorriso puro de criança que me faz chorar de alegria pela importância que tens para mim e como enriqueceste a minha vida com a tua presença...
O teu brilho, os teus olhos e esse sorriso tão verdadeiro, tão espontâneo e puro faz-me pensar se alguma vez tive também esse sorriso puro de criança que me faz chorar de alegria pela importância que tens para mim e como enriqueceste a minha vida com a tua presença...
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Janela Molhada
Despido de sentido
Vagueando em círculos destruidores,
Fito a janela
Embaciada de solidão.
Dou por mim
Encostando os lábios
Abraçando o frio lá de fora
Sentindo molhada a janela
Fria e indiferente a mim
Apoiado nesta minha ilusão
De que sou beijado de volta.
Sempre me disseram:
"Quem te beija de olhos abertos,
Não te ama de verdade".
Mas o que é a verdade e a mentira?...
Sei apenas o que sou
Um erro tocando uma janela embaciada
Que esconde aquilo,
Que só eu não quero ver...
Vagueando em círculos destruidores,
Fito a janela
Embaciada de solidão.
Dou por mim
Encostando os lábios
Abraçando o frio lá de fora
Sentindo molhada a janela
Fria e indiferente a mim
Apoiado nesta minha ilusão
De que sou beijado de volta.
Sempre me disseram:
"Quem te beija de olhos abertos,
Não te ama de verdade".
Mas o que é a verdade e a mentira?...
Sei apenas o que sou
Um erro tocando uma janela embaciada
Que esconde aquilo,
Que só eu não quero ver...
Dissolvido no Tempo
Fitando as horas passando
Perdido em apatia
Agredido pelos sentimentos
Tento encontrar uma resposta
Um alívio sem dor
Um alívio que me faça flutuar
Distorcido pelo tempo
Viajando sem rumo pelo espaço
Sustento a respiração
Evitando a inalação deste veneno
Pior é sentir que o abraças
Bem fundo no teu interior
Destruindo a vida que há em ti
E o que resta à tua volta...
Desejas tu abandonar-me?
Serias capaz de me deixar aqui?
Sofrendo sozinho
Destruindo todas as ambições de viver
Sentindo que não te consigo resgatar?
Inútil mesmo perante quem mais amo
Abro a mão para te ver partir
Porque nem eu sei o que fazer comigo...
Nem para mim consegui eu,
Manter a mão bem apertada à vida...
Um dia, restarão só estes murmúrios
E perguntarás se valeu mesmo a pena.
Perdido em apatia
Agredido pelos sentimentos
Tento encontrar uma resposta
Um alívio sem dor
Um alívio que me faça flutuar
Distorcido pelo tempo
Viajando sem rumo pelo espaço
Sustento a respiração
Evitando a inalação deste veneno
Pior é sentir que o abraças
Bem fundo no teu interior
Destruindo a vida que há em ti
E o que resta à tua volta...
Desejas tu abandonar-me?
Serias capaz de me deixar aqui?
Sofrendo sozinho
Destruindo todas as ambições de viver
Sentindo que não te consigo resgatar?
Inútil mesmo perante quem mais amo
Abro a mão para te ver partir
Porque nem eu sei o que fazer comigo...
Nem para mim consegui eu,
Manter a mão bem apertada à vida...
Um dia, restarão só estes murmúrios
E perguntarás se valeu mesmo a pena.
Subscrever:
Mensagens (Atom)