Todos procuram a felicidade e não o sofrimento.
No entanto, como a felicidade é evidenciada a todo o momento e em todas as coisas, esquecemo-nos que ela existe assim como por vezes, não damos conta da existência da lua, embora haja luar todas as noites...
O problema está em dar demasiado valor àquilo que não queremos, em vez de centrarmo-nos naquilo que realmente desejamos.
O bom, o positivo, a felicidade...
Esta verdade é comum a todo o ser humano.
É isso que nos impele a seguir o nosso dia a dia e a ansear por um futuro, algo de bom.
Mas, essa ansiedade provoca mal estar e frustração, pois o presente não pode tocar o futuro.
O futuro é pois um tempo morto.
O único tempo existencial é o presente.
É no presente que devemos focar a nossa atenção.
O mesmo se sucede com o passado.
Este não pode tocar o presente.
É um tempo morto, não existencial.
Eis a razão de todas as ansiedades, frustrações, raiva e desilusão.
O ego e o apego às coisas, tornam-nos dependentes e marionetas da existência.
Até estarmos vazios do ego e do apego aos desejos, não vivemos de verdade no tempo existencial, o presente.
Se não vivemos num tempo existencial vivo.
Então não vivemos de verdade.
Apenas sonhamos, num tempo não existencial.
Entre o passado e o futuro.
Só quando despertos para a verdadeira realidade.
Só quando encararmos o sofrimento inevitável com um sorriso.
Poderemos ser realmente felizes.
Estar despertos do sonho, até então.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Calados
São os teus olhos,
É o teu sorriso,
Que combinam tão bem com as flores.
Enquanto a chuva cai
E nós sem nos importar,
Permanecemos calados a olhar um para o outro.
É o aroma dos teus lábios
Que me arde no coração;
São estes momentos...
És tu, que na verdade
Tornas a vida preciosa.
Enquanto viver, os recordarei...
Gravados até desvanecer.
É o teu sorriso,
Que combinam tão bem com as flores.
Enquanto a chuva cai
E nós sem nos importar,
Permanecemos calados a olhar um para o outro.
É o aroma dos teus lábios
Que me arde no coração;
São estes momentos...
És tu, que na verdade
Tornas a vida preciosa.
Enquanto viver, os recordarei...
Gravados até desvanecer.
Quando Sorris
Sonhos...
Queria tanto que me sorrisses para sempre...
Não há nada mais puro que essa tua felicidade
Quando sorris...
Dás-me esperança.
Fazes-me acreditar que és feliz comigo
E então, nada mais tem importância.
Só tu e eu...
Tu, como personagem principal.
Eu, como espectador hipnotisado
Pela beleza dos teus gestos.
Da tua actuação...
Neste teatro da vida,
Em que todos sonhamos acordados...
Queria tanto que me sorrisses para sempre...
Não há nada mais puro que essa tua felicidade
Quando sorris...
Dás-me esperança.
Fazes-me acreditar que és feliz comigo
E então, nada mais tem importância.
Só tu e eu...
Tu, como personagem principal.
Eu, como espectador hipnotisado
Pela beleza dos teus gestos.
Da tua actuação...
Neste teatro da vida,
Em que todos sonhamos acordados...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Silencioso Senão
Em decadência
Tão frágil
Tão perene
Inconstante talvez
Mais que uma vez
Seja luz moribunda ou destruição
Luto sem emoção
Morto andante
Cabisbaixa tristeza
Silêncioso senão
Náusea, desespero da incerteza
Atingido pela inércia
Arrasto o corpo
Ou simplesmente arrastado pelo vento
Como folha de outono
Encontrada fora de estação
Inútil vagueio
Nas minhas ilusões
Quando penso estar acordado
Estou na realidade a sonhar
Quando penso estar iludido
Realmente desperto a vaguear.
Tão frágil
Tão perene
Inconstante talvez
Mais que uma vez
Seja luz moribunda ou destruição
Luto sem emoção
Morto andante
Cabisbaixa tristeza
Silêncioso senão
Náusea, desespero da incerteza
Atingido pela inércia
Arrasto o corpo
Ou simplesmente arrastado pelo vento
Como folha de outono
Encontrada fora de estação
Inútil vagueio
Nas minhas ilusões
Quando penso estar acordado
Estou na realidade a sonhar
Quando penso estar iludido
Realmente desperto a vaguear.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Adeus
Porque te deixas assim tão só?...
Sofres calado...
Tentas libertar-te dessa dor
Infligindo ainda mais dor.
Porque te escondes na sombra?...
Que receias? Que temes tu viver?
Porque te prendes a esses pensamentos desoladores?
Guardas para ti tantas dores.
Porque gostas de ser assim? Que ganhas tu com isso?
Nada na vida parece ter algum fascínio.
Porque te vês assim derrotado?
Já nasci de pés virados para a cova.
Nascemos todos...
De que te adianta lutar contra o inevitável?
Tens um mundo todo para viver...
O mundo é todo ele uma sepultura
Porque és tão pessimista?
Apenas não quero viver mais uma ilusão.
O que pretendes com tudo isto afinal?
Espero a morte,
O vazio e o silêncio hão-de finalmente chegar...
Entretanto faço o que me compete fazer.
Um dia, nada disto terá realmente importância pois não?
Se é que alguma vez teve...
Adeus.
Sofres calado...
Tentas libertar-te dessa dor
Infligindo ainda mais dor.
Porque te escondes na sombra?...
Que receias? Que temes tu viver?
Porque te prendes a esses pensamentos desoladores?
Guardas para ti tantas dores.
Porque gostas de ser assim? Que ganhas tu com isso?
Nada na vida parece ter algum fascínio.
Porque te vês assim derrotado?
Já nasci de pés virados para a cova.
Nascemos todos...
De que te adianta lutar contra o inevitável?
Tens um mundo todo para viver...
O mundo é todo ele uma sepultura
Porque és tão pessimista?
Apenas não quero viver mais uma ilusão.
O que pretendes com tudo isto afinal?
Espero a morte,
O vazio e o silêncio hão-de finalmente chegar...
Entretanto faço o que me compete fazer.
Um dia, nada disto terá realmente importância pois não?
Se é que alguma vez teve...
Adeus.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Rosa de Amor
Rosa vermelha de amor,
Tanto me fazes sorrir como chorar
Igualmente me magoas como acaricias.
És vermelha de paixão...
Doce como os beijos,
Mas também um dia murcharás,
As pétalas caírão secas como as minhas lágrimas geladas,
Manchando o chão negro de vermelho por ti...
Tanto me fazes sorrir como chorar
Igualmente me magoas como acaricias.
És vermelha de paixão...
Doce como os beijos,
Mas também um dia murcharás,
As pétalas caírão secas como as minhas lágrimas geladas,
Manchando o chão negro de vermelho por ti...
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