Lapidaste a minha alma
Para sempre marcada pela tua presença
Condenado com a mesma sentença
Num mundo obscurecido
Negado pela luz
Carregando a minha cruz
Em direcção a um abismo sem fundo
Silêncioso, profundo.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Distante De Mim
Sinto-te num outro eu
Neste silêncio da noite
Distante de mim
Eu perdi a minha voz
Uma lágrima de medo
Que cai em silêncio
Neste escuro assustador
Meio frio e ao mesmo tempo provocador.
Neste silêncio da noite
Distante de mim
Eu perdi a minha voz
Uma lágrima de medo
Que cai em silêncio
Neste escuro assustador
Meio frio e ao mesmo tempo provocador.
terça-feira, 8 de julho de 2008
Céu Azul?
Tu que dizes que o céu é azul
Neste mundo que me arrepia a espinha
E me eriça os cabelos
Que me provoca convulsões assustadoras
De medo e de dor sob a pele desprotegida
Onde gemidos ecoam pelos céus
Em desespero pelos que caiem em covas
Onde flores e campos verdes perecem
Sobre nuvens que cobrem a luz da esperança
Obscurecendo as palmas das mãos
Feridas de tanta batalha
Nesta vida de sobrevivência e luta constantes
Por uma felicidade ilusória e efémera
No entanto o único extase existente
Para além de uma vida que irá desaparecer
Como pó levado pelo vento
Para sempre sem deixar rasto.
Neste mundo que me arrepia a espinha
E me eriça os cabelos
Que me provoca convulsões assustadoras
De medo e de dor sob a pele desprotegida
Onde gemidos ecoam pelos céus
Em desespero pelos que caiem em covas
Onde flores e campos verdes perecem
Sobre nuvens que cobrem a luz da esperança
Obscurecendo as palmas das mãos
Feridas de tanta batalha
Nesta vida de sobrevivência e luta constantes
Por uma felicidade ilusória e efémera
No entanto o único extase existente
Para além de uma vida que irá desaparecer
Como pó levado pelo vento
Para sempre sem deixar rasto.
sábado, 5 de julho de 2008
Anjo das Trevas
Sobre este temporal
De céu escuro e nuvens agitadas
Inundações e árvores arrancadas
Desce um anjo das trevas
Envolto em vestes negras e olhos brilhantes
Um ser insaciável de sofrimento e sangue humanos
Todos os ódios envolvidos numa só criatura sem alma
Os seus cabelos alvos e obscurecidos
De aparecência lisa e molhada
Escondem uma face dura e sombria
Descendo sobre um lago
De águas agitadas e escuras
Um lugar gelado e de morte presente
Agora em busca do descanço dos mortos.
De céu escuro e nuvens agitadas
Inundações e árvores arrancadas
Desce um anjo das trevas
Envolto em vestes negras e olhos brilhantes
Um ser insaciável de sofrimento e sangue humanos
Todos os ódios envolvidos numa só criatura sem alma
Os seus cabelos alvos e obscurecidos
De aparecência lisa e molhada
Escondem uma face dura e sombria
Descendo sobre um lago
De águas agitadas e escuras
Um lugar gelado e de morte presente
Agora em busca do descanço dos mortos.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Mosh!
Os corpos são fracos
Desfazem-se com a brutalidade
Sangue vaporiza no ar
Pele molha de tanto suar
Cheiro nauseabundo a entrenhas forçadas
Muita dor e pancadas
Extase e violência
Podridão e decadência
Eis o mosh criaturas das trevas!
Desfazem-se com a brutalidade
Sangue vaporiza no ar
Pele molha de tanto suar
Cheiro nauseabundo a entrenhas forçadas
Muita dor e pancadas
Extase e violência
Podridão e decadência
Eis o mosh criaturas das trevas!
terça-feira, 1 de julho de 2008
Horizonte Estrelado
Noites de esperança
E sentimentos
Visões e pensamentos
As estrelas acompanham o meu olhar
Para o fim do horizonte
Onde quero chegar
No fundo esqueço a escuridão
Que envolve a noite
Não é em vão
Que o universo gira à volta
Deste sentimento tão profundo
Ser compreendido pelo mundo
Fazer me expressar
Encontrar alguém e amar
Ser feliz e fazer algo pela humanidade
No fundo só quero o bem
A felicidade.
E sentimentos
Visões e pensamentos
As estrelas acompanham o meu olhar
Para o fim do horizonte
Onde quero chegar
No fundo esqueço a escuridão
Que envolve a noite
Não é em vão
Que o universo gira à volta
Deste sentimento tão profundo
Ser compreendido pelo mundo
Fazer me expressar
Encontrar alguém e amar
Ser feliz e fazer algo pela humanidade
No fundo só quero o bem
A felicidade.
Um Silêncio
Os teus lábios
O teu beijar
Tão doce, tão ardente
Tão bom de acariciar
Um sentimento que me envolve
Que cresce e não se dissolve
Apenas se sente
Um olhar misterioso e alegre
Para onde me viro me persegue
Mãos dadas
Faces encostadas
Um silêncio
Um riso e sorriso
Uma brincadeira
Um aroma apaixonante
Uma palavra tocante
Um sentimento sem explicação
Apenas tocado e sentido pelo coração
Mesmo quando sais
Permanece a tua presença
A saudade, o aroma
O gosto na minha boca
E o teu toque nos meus lábios
No meu cabelo e na minha face.
O teu beijar
Tão doce, tão ardente
Tão bom de acariciar
Um sentimento que me envolve
Que cresce e não se dissolve
Apenas se sente
Um olhar misterioso e alegre
Para onde me viro me persegue
Mãos dadas
Faces encostadas
Um silêncio
Um riso e sorriso
Uma brincadeira
Um aroma apaixonante
Uma palavra tocante
Um sentimento sem explicação
Apenas tocado e sentido pelo coração
Mesmo quando sais
Permanece a tua presença
A saudade, o aroma
O gosto na minha boca
E o teu toque nos meus lábios
No meu cabelo e na minha face.
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